Ensaios

A lei do forte: esta é a nossa lei e a alegria do mundo

por Aleister Crowley em Comentários do Livro da Lei, Lei de Thelema

A lei do forte: esta é a nossa lei e a alegria do mundo
Filosofia

A lei do forte: esta é a nossa lei e a alegria do mundo

por Aleister Crowley

“We have nothing with the outcast and the unfit: let them die in their misery. For they feel not. Compassion is the vice of kings: stamp down the wretched & the weak: this is the law of the strong: this is our law and the joy of the world. Think not, o king, upon that lie: That Thou Must Die: verily thou shalt not die, but live. Now let it be understood: If the body of the King dissolve, he shall remain in pure ecstasy for ever. Nuit! Hadit! Ra-Hoor-Khuit! The Sun, Strength & Sight, Light; these are for the servants of the Star & the Snake.” – AL II:21[1]

Existe bastante do ponto de vista Nietzscheniano neste verso. Esta é a visão evolucionária e natural. Qual é a utilidade de perpetuar o tormento da Tuberculose, e doenças similares, como fazemos hoje? O método da Natureza é o de eliminar o fraco. Também esse é o modo mais compassivo. Atualmente todos os fortes estão sendo prejudicados, e o seu progresso está sendo impedido pelo peso morto dos membros fracos, dos membros amputados, dos membros doentes e dos membros atrofiados. Aos Leões os Cristãos!

O nosso humanitarismo, que é a sífilis da mente, age com base na mentira que o Rei deve morrer. O Rei está além da morte; esta é meramente uma piscina onde ele mergulha para se refrescar. Devemos, portanto retornar às ideias Espartanas de educação; e os piores inimigos da humanidade são aqueles que desejam, sob o pretexto de compaixão, continuar com as suas doenças através das gerações. Aos Leões os Cristãos!

Que as produções fracas e deformadas retornem ao cadinho, como é feito com partes defeituosas da fundição de aço. A morte purgará, a reencarnação tornará íntegros, esses erros e abortos. Pode-se confiar à própria Natureza fazer isso, simplesmente se a deixarmos agir por si. Mas e quanto àqueles que, fisicamente aptos para viver, estão contaminados com a podridão da alma, cancerosos devido ao complexo de pecado? Pela terceira vez eu respondo: Aos Leões os Cristãos!

Hadith chama a si mesmo de a Estrela, sendo a Estrela a Unidade do Macrocosmo; e a Serpente, sendo a Serpente o símbolo de Ir ou de Amor, e a Carruagem da Vida. Ele é Harpócrates, a alma Anã, o Espermatozoide de toda a Vida, como se possa expressá-lo. O Sol, etc., são as manifestações externas ou Vestes desta Alma, assim como o Homem é a Roupa de um Espermatozoide real, a Árvore surgindo daquela Semente, com poder para multiplicar e perpetuar aquela Natureza particular, embora sem a consciência necessária sobre o que está acontecendo.

Num sentido mais profundo, a palavra “Morte” é inexpressiva a parte da apresentação do Universo tal como condicionado pelo “Tempo”. Mas qual é o significado de Tempo?

Há uma grande confusão de pensamento no uso da palavra “eterno”, e na frase “para sempre”. As pessoas que querem “felicidade eterna”, ao dizerem isso se referem a um ciclo de eventos variados todos eficazes na estimulação de sensações agradáveis; isto é, elas querem tempo para continuar exatamente tal como ocorre consigo mesmas quando se libertam das contingências de acidentes tais como a pobreza, a doença e a morte. Contudo, um estado eterno é uma experiência possível, caso se interprete o termo sensatamente. Pode-se acender “flamman æternæ caritatis”, por exemplo; pode-se experimentar um amor que seja na verdade eterno. Tal amor não deve ter relação com fenômenos cuja condição seja o tempo. Similarmente, a “alma imortal” de alguém é de um tipo de coisa completamente diferente das suas vestes mortais. Essa Alma é uma Estrela em particular, com suas próprias qualidades peculiares, naturalmente; porém essas qualidades são todas “eternas”, e parte da natureza da Alma. Sendo essa Alma uma consciência monística, ela é incapaz de apreciar a si mesma e as suas qualidades, como explicado numa nota anterior; então ela se percebe através do expediente da dualidade, com as limitações de tempo, espaço e causalidade. A “Felicidade” de Amor Devotado ou de comer Marrom-Glacês é uma expressão concreta externa não eterna da ideia correspondente abstrata interna eterna, exatamente como qualquer triângulo é um retrato parcial e imperfeito da ideia de um triângulo. (Não importa se nós consideramos “Triângulo” como uma coisa irreal inventada para a conveniência de incluir todos os triângulos reais, ou vice versa. Uma vez que tenha surgido a ideia de Triângulo, os triângulos reais estão relacionados ao quanto acima declarado).

Não se quer nem mesmo uma extensão comparativamente breve desses estados “reais”; o Amor, embora reconhecido como tal para uma vida inteira, é geralmente intolerável após um mês; e Marrom-Glacês enjoam após os primeiros cinco ou seis quilogramas terem sido consumidos. Porém a “Felicidade”, eterna e sem forma, não é menos agradável porque estas suas formas cessam de proporcionar prazer. O que ocorre é que a Ideia cessa de encontrar a sua imagem naquelas imagens em particular; ela começa a perceber as limitações, que não são ela mesma e que de fato a negam, assim que a sua alegria original através da realização de ter se tornado consciente de si mesma desaparecer gradualmente. Ela se torna consciente da imperfeição externa dos Marrom-Glacês; eles não mais representam a sua natureza infinitamente variada. Portanto, ela os rejeita, e cria uma nova forma de si mesma, tal como Camisolas com pálidas fitas amarelas ou Cigarros Âmbar.

Da mesma forma um poeta ou pintor, desejando expressar a Beleza, é impelido a escolher uma forma em particular; com sorte, a princípio esta é capaz de recompense-lo naquilo que ele sente; porém mais cedo ou mais tarde ele descobre que falhou ao deixar de incluir certos elementos de si mesmo, e ele precisa incorporar a estes num novo poema ou quadro. Ele pode saber que ele jamais poderá fazer mais do que apresentar uma parte da perfeição possível, e isto em imagens imperfeitas; mas pelo menos ele pode expressar o seu melhor dentro dos limites dos instrumentos mental e sensorial do seu símbolo similarmente inadequado do Absoluto, seu veículo de encarnação humana.

Estas sofrem do mesmo defeito como as outras formas; finalmente, a “Felicidade” se esgota no esforço de inventar novas imagens, e se torna desmotivada e duvidosa de si mesma. Apenas poucas pessoas tem inteligência suficiente para continuar na generalização desde a falha de poucas figuras familiares da mesma, e reconhecer que todas as formas “reais” são imperfeitas; porém tais pessoas estão aptas a se desviar com desgosto pelo procedimento completo, e de ansiar pelo estado “eterno”. Contudo, este estado é incapaz de realização, tal como nós sabemos; e a Alma ao compreender isto, poderá não achar nada bom exceto na “Cessação” de todas as coisas, suas criações são não mais do que suas próprias tendências de criar. Assim, ela suspira pelo Nibbana.

Porém existe outra solução, tal como me esforcei para demonstrar. Podemos aceitar (sendo que por fim é absurdo acusar e se opor) o caráter essencial da existência. Não podemos extirpar ou mesmo alterar no mínimo grau seja a matéria ou o modo de qualquer elemento do Universo, onde aqui cada item é igualmente inerente e importante, cada um equivalente, independente e interdependente.

Podemos então concordar sobre o fato que é evidente além de contradição e implícito no Absoluto, que se apreende através da auto expressão como Positivo e Negativo em primeiro lugar, e combinar estes opostos primários numa infinita variedade de formas finitas.

Então podemos cessar (1) de buscar o Absoluto em quaisquer das suas imagens, sabendo que devemos abstrair todas as suas qualidades de cada uma destas igualmente se as desvelássemos; ou (2) rejeitar todas as imagens do Absoluto, sabendo que a realização através destas seria o sinal para a manifestação daquela parte da sua natureza que necessariamente formula a si mesma em um novo universo de imagens.

Percebendo que esses dois caminhos (o do materialista e o do místico) são igualmente estúpidos, podemos nos ocupar com qualquer um deles ou nos outros dois planos de ação, baseados no assentimento à realidade.

Nós podemos (1) verificar as nossas próprias propriedades particulares enquanto projeções parciais do Absoluto; podemos permitir que toda imagem apresentada a nós seja de entidade igualmente intrínseca e essencial com nós mesmos, e a sua apresentação a nós seja um fenômeno necessário na Natureza; e nós podemos ajustar a nossa apreensão à realidade que todo evento é um item na avaliação que prestamos a nós mesmos sobre o nosso próprio estado. Nós não ousamos desejar omitir qualquer registro em particular, a fim de evitar que o equilíbrio seja afetado. Nós podemos reagir com elasticidade e indiferença quanto a cada ocorrência, com intenção apenas na ideia que o total, inteligentemente apreciado, constitui um conhecimento perfeito não do Absoluto de fato, mas daquela sua parte que é nós mesmos. Portanto, nós ajustamos uma imperfeição precisamente à outra, e ficamos satisfeitos com a apreciação da integridade da relação.

Este caminho, o “Caminho do Tao”, é perfeitamente apropriado para todos os homens. Ele não tenta transcender ou adulterar a Verdade; ele é leal às suas próprias leis e, portanto não menos perfeito do que qualquer outra Verdade. A Equação Cinco Mais Seis é Onze é da mesma ordem de perfeição quanto Dez Milhões vezes Dez, vezes Dez é Um Bilhão. No Universo formulado pelo Absoluto, todo ponto é igualmente o Centro; todo ponto é igualmente o foco das forças do todo. (Em qualquer sistema de três pontos, dois pontos quaisquer podem ser considerados unicamente com referência ao terceiro, de modo que mesmo num universo finito a soma das propriedades de todos os pontos é a mesma, embora não haja duas propriedades que possam ser comuns a dois pontos quaisquer. Então um círculo, BCD, pode ser descrito pela revolução de uma linha AB num plano ao redor do ponto A; mas também a partir do ponto C, ou de fato de qualquer outro ponto, pela aplicação da análise e da construção adequadas. Nós calculamos o movimento do sistema solar em termos heliocêntricos por nenhuma razão a não ser por simplicidade e conveniência; nós poderíamos converter as nossas tabelas numa base geocêntrica através de mera manipulação mecânica sem afetar a sua veracidade, que é apenas a verdade sobre as relações entre um número de corpos. Todos são semelhantes no movimento, porém nós escolhemos arbitrariamente considerar um deles como sendo estacionário, de forma que possamos descrever mais facilmente os movimentos dos outros com relação a este, sem complicar os nossos cálculos pela introdução dos movimentos de todo o sistema como tal. E para este propósito o Sol é um padrão mais conveniente do que a Terra).

Há outro Caminho que podemos tomar, se quisermos; eu digo “outro”, embora isto talvez pareça para alguns não mais do que o desenvolvimento do outro que vem a ser mais apropriado para algumas pessoas.

Mesmo no primeiro Caminho, é de todo modo necessário começar explorando a sua própria Natureza, de modo a descobrir quais são as suas peculiaridades; isso é parcialmente obtido pela introspecção, mas principalmente pela Correta Recordação de toda a fantasmagoria apresentada a esta pela experiência; pois já que todo evento da vida é um símbolo de parte da estrutura da Alma, a totalidade da experiência deve ser considerada através do “Nome” da totalidade daquela parte da Alma que até então tem expressado a si mesma. Agora então, vamos supor que alguma Alma, tendo penetrado assim tão distante, deva descobrir no seu “Nome” que ela é um Filho verdadeiramente gerado pelo Espírito do Ser sobre o Corpo da Forma, e que ela tem o poder de compreender a si mesma e ao seu Pai, juntamente com tudo aquilo que tal herança implica. Além disso, suponha que tendo ela chegado à puberdade, não será ela impelida a se afirmar como filho de seu Pai? Ela não se libertará da Forma que a abrigou, nutria e treinou, e se afastará dos irmãos, irmãs e colegas? Ela não iria se extasiar e agonizar com o impulso de ser ela mesma plenamente, e encontrar uma Forma adequada para impressionar com sua imagem, assim mesmo como fez o seu Pai prematuramente?

Se tal Alma for de fato o filho de seu Pai, não temerá demonstrar falta de reverência filial, ou presunção, se ela esquecer sua família no fervor de encontrar uma que seja a sua própria, de gerar garotos realmente não melhores ou mais valentes do que os seus irmãos, ou garotas, realmente não mais doces ou suaves do que as suas irmãs, mas totalmente seus, com seus próprios defeitos e desejos evocados pelo encantamento do êxtase quando ela morrer para si mesma no útero da bruxa que deseja sua vida, e a comprar com a moeda que traz a sua Imagem e Inscrição.

Tal é o segredo da Alma do Artista. Ele sabe que é um Deus, dos Filhos de Deus; ele não tem medo ou vergonha de mostrar a si mesmo com sendo da semente do seu Pai. Ele se orgulha daquele privilégio mais precioso do seu Pai, e ele o honra não menos do que a si mesmo ao usá-lo. Ele aceita a sua família como sendo do seu próprio tesouro real; todo mundo é tão principesco quanto ele mesmo. Mas ele não seria filho de seu Pai a menos que descobrisse por si mesmo uma Forma adequada para se expressar por múltiplas reproduções da sua Imagem. Ele deve admirar a si mesmo em muitas vestes, cada uma enfática sobre alguma elegância ou excelência eleita em si mesmo que poderia de outra forma frustrar a sua reverência por estar escondida e abafada na harmonia do seu coração. Esta Forma que servirá a ele deve ser por si mesma macia para sua impressão, com elasticidade exata adaptando-se às saliências mais fortes e sutis, e ainda assim como o aço resistir a toda tensão além do sua própria, reter e reproduzir certamente e agudamente a imagem que o seu ácido ataca na sua superfície. Não deve haver falha alguma, nem irregularidade, nem granulação, nem deformação na sua substância; ela deve ser lisa e brilhante, puro metal de verdadeira têmpera.

E ele deverá amar esta Forma escolhida, amá-la com destemido fervor; ela é a face do seu Destino que anseia por seu beijo, e nos seus olhos o Enigma brilha e arde; ela é a sua morte, o corpo dela é o a sua tumba onde ele pode apodrecer e feder, ou se contorcer em sonhos malditos, autossacrificado, ou se erguer imaculado e autorrenovado, imortal e idêntico, realizando-se completamente nela e através dela, salpicando todo o espaço, com estrelas cintilantes seus filhos e filhas, cada estrela uma das suas próprias imagens infinitamente feita manifesta, ânimo após ânimo, por sua magia para moldá-lo quando sua paixão derreter o seu metal.

Portanto, é assim que todo Artista deve trabalhar. Primeiro, ele deve encontrar a si mesmo. A seguir, ele deve encontrar a forma que seja adequada para ele se expressar. Depois, ele deve amar aquela forma, como uma forma, adorando-a, compreendendo-a e dominando-a, com cada mínimo detalhe de atenção, até que ela (como parece) se adapte a ele com ardente elasticidade, e responda precisamente e apropriadamente, com o automatismo inconsciente de um órgão aperfeiçoado pela evolução, à sua sugestão mais sutil, ao seu gesto mais amplo.

A seguir, ele deve se entregar completamente àquela Forma; ele deve aniquilar a si mesmo absolutamente me todo ato de amor, trabalhando dia e noite para se perder no desejo por ela, de modo que ele não deixe sobrar nenhum átomo não consumido na fornalha do seu frenesi, como fez há muito tempo o seu Pai que o gerou. Ele deve realizar-se totalmente na integração do Panteão infinito de imagens; pois se ele falhar em formular uma faceta de si mesmo, por falta desta, ele se conhecerá falsamente.

Naturalmente não existe nenhuma diferença definitiva entre o Artista, tal como aqui delineado e aquele que segue o “Caminho do Tao”, embora o último descubra a perfeição na sua relação existente com o seu ambiente, e o primeiro cria uma perfeição privativa de um caráter peculiar e secundário. Nós poderíamos chamar a um de filho, e ao outro de filha, do Absoluto.

Mas o Artista, através da sua Obra, nas imagens de si mesmo na Forma que ele ama, é menos perfeito do que a Obra do seu Pai, uma vez que ele por expressar nada mais que um ponto de vista particular e que por meio de um tipo de técnica, não deve ser considerado inútil nessa questão, pouco mais que um Atlas é inútil porque ele apresenta por meio de certas convenções imperfeitas uma fração das realidades da geografia.

O Artista desvia a nossa atenção da Natureza, cuja imensidão nos encanta de modo que ela parece incoerente e ininteligível, à sua própria interpretação de si mesma, e as suas relações com vários fenômenos da natureza expressados numa linguagem mais ou menos comum a todos nós.

Quanto menor o Artista, mais estreita é a sua visão, quanto mais vulgar o seu vocabulário, mais familiares são as suas figuras, mais prontamente ele é reconhecido como um guia. Para ser aceito e admirado, ele deve dizer o que todos nós sabemos, mas não contamos um ao outro até que se torne tedioso, e o diz numa linguagem simples e clara, um pouco mais enfaticamente e eloquentemente do que estamos acostumados a ouvir; e ele deve nos agradar e lisonjear ao contar acalmando os nossos medos e estimulando as nossas esperanças e a nossa autoestima.

Quando um Artista – seja na Astronomia, como Copérnico, na Antropologia, como Ibsen ou na Anatomia, como Darwin – seleciona um conjunto muito grande de fatos, muito recôndito ou muito “lamentável” para receber consentimento instantâneo de todos; quando ele apresenta conclusões que entrem em conflito com crenças ou preconceitos populares; quando ele emprega uma linguagem que não é geralmente inteligível a todos; em tais casos ele deve se satisfazer em apelar para os poucos. Ele deve esperar que o mundo desperte para o valor da sua obra.

Quanto maior ele for, mais individual e menos inteligível ele parecerá ser, embora na realidade ele seja mais universal e mais simples do que qualquer um. Ele deve ser indiferente a qualquer coisa exceto sua própria integridade na realização e imaginação de si mesmo.

Notas de Rodapé    (↵ voltar)
  1. Nós não temos nada a ver com o proscrito e o incapaz: que eles morram na sua miséria. Pois eles não sentem. Compaixão é o vício dos reis: dominai o miserável e o fraco: esta é a lei do forte: esta é a nossa lei e a alegria do mundo. Não pensai, ó rei, sobre aquela mentira: Que Tu Deves Morrer: verdadeiramente tu não morrerás, mas viverás. Então que isto seja entendido: Se o corpo do Rei se dissolver, ele permanecerá em puro êxtase para sempre. Nuit! Hadit! Ra-Hoor-Khuit! O Sol, Força e Visão, Luz; estes são para os servidores da Estrela e da Cobra.” – AL II:21 ↵ voltar

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A lei do forte: esta é a nossa lei e a alegria do mundo

Tradução: Arnaldo Lucchesi Cardoso
Revisão: Jonatas Lacerda
Edição: Jonatas Lacerda
Versão: 1.0 – 03/03/2013 e.v.
Nota:

O ensaio, A lei do forte: esta é a nossa lei e a alegria do mundo é, na verdade, o comentário (novo) de Mestre Therion a AL II:21. O comentário considerado nesta edição foi baseado na análise de duas edições, o Magical and Philosophical Commentaries on The Book of the Law, edição de Symonds e Grant e o The Commentaries of AL, edição de Marcelo Ramos Motta (porém, por fugirem do presente escopo, os comentários pessoais que Motta adicionou, não foram incluídos). Importante: o título do ensaio foi escolhido para esta edição, o comentário original se baseia completamente em AL II:21 e portanto, não incluía um título específico.


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Aleister Crowley

Aleister Crowley, nascido Edward Alexander Crowley (12/10/1875, Royal Leamington Spa, Warwickshire, Inglaterra - 01/12/1947, Hastings, East Sussex, Inglaterra), ocultista britânico e Profeta do Novo Æon de Hórus.

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